franca

Seriema (Cariama cristata)

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Seriema

Maracanã-pequena - (Diopsittaca nobilis)-3

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Cariamiformes
Família:  Cariamidae
 Bonaparte, 1850
Espécie:  C. cristata

Nome Científico
Cariama cristata
(Linnaeus, 1766)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A seriema é uma ave da família Cariamidae, única espécie dessa família encontrada em solo brasileiro. É também conhecida como sariema (Ceará) e seriema-de-pé-vermelho. Seu nome deriva das palavras em tupi “çaria” (crista) + “am” (levantada). É uma ave típica e comum dos cerrados brasileiros.

Descrição: (90cm, 1,4kg) possui plumagem cinza, com seu peito e abdômen  mais claros. Seu bico e suas pernas são de um vermelho forte, contrastante com o azul ao redor de seus olhos. Possui também uma crista com penas longas de cerca de 12 centímetros e uma grande cauda. O indivíduo adulto pode ser diferenciado do jovem através da cor do olho, acinzentado no indivíduo adulto e amarelado no jovem.

Não possui dimorfismo sexual.

Característica marcante da espécie é o seu canto, podendo ser ouvido por distâncias maiores que 1 quilometro, gritos estes que são longos e altos, aumentando a velocidade e o tom dos gritos à medida que o canto se repete.

A Seriema já foi muito caçada por sua carne, semelhante à carne de galo. Hoje, ainda que não seja “publicamente” caçada, sua caça ainda ocorre em locais mais distantes das cidades, onde seu consumo ainda é comum.

 

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Polícia-inglesa-do-sul (Sturnella superciliaris)

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Polícia-inglesa-do-sul

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Passeriformes
SubOrdem:  Passeri
Parvordem:  Passerida
Família:  Icteridae
 Vigors, 1825
Espécie:  S. superciliaris

Nome Científico
Sturnella superciliaris
(Bonaparte, 1850)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

O polícia-inglesa-do-sul (Sturnella superciliaris), é uma ave Passeriforme da família Icteridae, conhecido também no sul de Santa Catarina, onde há varias plantações de furacão-do-arroz.

Possui em média 17 centímetros. O macho possui todo o corpo preto, contrastante com sua  gola, rêmiges bastardas e peito de um vermelho intenso, além de uma estria branca logo acima dos olhos que se estende até seu pescoço. A fêmea se distingue do macho por ter seu corpo marrom e tons discretos de vermelho. Os jovens são semelhantes aos adultos, apenas com suas colorações menos intensas.

Aves onívoras  se alimentam principalmente de larvas e pequenos insetos, além de sementes. Fazem seus ninhos no chão, em moitas de capim e possuem o hábito de levantarem seu voo na vertical cantando.

Em Franca, ele pode ser observado em áreas verdes de bairros da borda da cidade e em pastos, onde fazem seus ninhos em meio ao capim, por ter suas fortes cores vermelhas podem facilmente ser avistados em meio à vegetação, normalmente empoleirados em algum arbusto ou em fios.

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Lavadeira-mascarada (Fluvicola nengeta)

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Lavadeira-mascarada

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Passeriformes
SubOrdem:  Tyranni
Parvordem:  Tyrannida
Superfamília:  Tyrannoidea
 Vigors, 1825
Família:  Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília:  Fluvicolinae
 Swainson, 1832
Espécie:  F. nengeta

Nome Científico
Fluvicola nengeta
(Linnaeus, 1766)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A Lavadeira-mascarada (Fluvicola nengeta), é uma ave Passeriforme da subfamília Fluvicolinae, conhecida também como lavadeira, noivinha, viuvinha (zona da mata mineira), maria-branca, maria-lencinho, bertolinha ou pombinho-das-almas e senhorinha.

Mede cerca de 16 centímetros, possui o corpo branco, com as asas e a ponta do rabo pretas, além de uma faixa preta na altura dos olhos, de onde vem seu nome, por parecer uma máscara. Seus pés e pernas são pretos. A fêmea se difere do macho por suas costas um pouco mais claras que no macho.

Alimenta-se principalmente de pequenos artrópodes que encontra em margens lamacentas de lagos, rios, brejos, açudes e currais, onde normalmente é encontrada.

Encontrá-la em Franca é relativamente fácil, podendo encontrá-la praticamente em qualquer local nas redondezas da cidade onde haja margens lamacentas, como no Jardim zoobotânico em seus lagos, ou em fazendas onde exista currais. É também encontrada ocasionalmente em jardins e praças dentro da cidade.

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Maracanã-pequena (Diopsittaca nobilis)

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Maracanã-pequena

Maracanã-pequena - (Diopsittaca nobilis)-3

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Psittaciformes
Família:  Psittacidae
 Rafinesque, 1815
Espécie:  D. nobilis

Nome Científico
Diopsittaca nobilis
(Linnaeus, 1758)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A maracanã-pequena (Diopsittaca nobilis) é uma ave Psittaciforme da família Psittacidae, família dos periquitos, araras, papagaios e jandaias. É também conhecida na região de Franca como maracanã, e em outras regiões como arara-nanica, ararinha-nanica e maracanã-nobre.

Não é frequente em cativeiros por ser uma ave de difícil domesticação e muito barulhenta.

A maracanã-pequena é muito semelhante à uma arara pequena, com sua testa azulada, pele branca nos lados do bico e ao redor dos olhos, o ombro e a parte média de sua asa vermelhos e o extremo da asa azul, em volta dos olhos a pele é nua, característica de seu grupo, como em araras.

Não possui dimorfismo sexual.

Em Franca ela pode ser avistada nas matas ao redor da cidade e também em praças da cidade, como a praça da matriz e outras praças onde haja palmeiras frutíferas, elas visitam as praças atrás dos coquinhos das palmeiras, sua principal fonte de alimentação. Normalmente ela é avistada em casais ou grupos (quando fora da época de reprodução).

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Periquito-rei (Aratinga aurea)

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Periquito-rei

Maracanã-pequena - (Diopsittaca nobilis)-3

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Psittaciformes
Família:  Psittacidae
 Rafinesque, 1815
Espécie:  A. aurea

Nome Científico
Aratinga aurea
(Gmelin, 1788)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

O Periquito-rei (Aratinga aurea) é uma ave Psittaciforme da família Psittacidae, família dos periquitos, araras, papagaios e jandaias. É também conhecido como cabeça-de-coco, periquito-estrela, jandaia-estrela, aratinga-estrela, coquinho-de-ouro, jandaia, ararinha e maracanã-de-testa-amarela (Amapá).

É comum em cativeiros por ser facilmente domesticado, também é um dos representantes mais numerosos de sua família no Brasil.

O periquito-rei mede cerca de 27 centímetros, possui a maior parte de seu corpo na cor verde, com um topete alaranjado e a cabeça azulada, no ventre um verde-amarelado e penas azuladas na ponta das asas.

Não possui dimorfismo sexual.

Em Franca ele pode ser facilmente avistado em praticamente qualquer mata ao redor da cidade e também em praças e áreas verdes da cidade, como a praça da matriz e outras praças onde haja palmeiras frutíferas, eles visitam as praças atrás dos coquinhos das palmeiras, sua principal fonte de alimentação, junto com outras sementes. O periquito-rei vive em casais e é comumente avistado em grandes bandos.

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Ariramba-de-cauda-ruiva (Galbula ruficauda)

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Ariramba-de-cauda-ruiva

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Galbuliformes
Família:  Galbulidae
 Rafinesque, 1815
Espécie:  G. ruficauda

Nome Científico
Galbula ruficauda
(Cuvier, 1816)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A ariramba-de-cauda-ruiva (Galbula ruficauda) é uma ave galbuliforme da família Galbulidae. É também conhecida como ariramba-de-cauda-castanha, beija-flor-d’água, beija-flor-da-mata-virgem, beija-flor-do-mato-virgem, beija-flor-grande, bico-de-agulha, bico-de-agulha-de-rabo-vermelho, bico-de-sovela, cuitelão, fura-barreira(PE), fura-barriga(PE), guainumbi-guaçu, sovelão(MG) e barra-do-dia (MA).

Parecida com um beija-flor, devido ao seu bico e coloração iridescente, é todo verde visto por trás, sendo visível a coloração ruiva apenas de frente em sua cauda e seu peito, a garganta é totalmente branca nos machos adultos, enquanto que nas fêmeas e jovens ela é branco-ferrugínea.

Em Franca, pode ser encontrada próximo a córregos fora da cidade ou mesmo na cidade em áreas onde há encostas de terra, onde frequentemente fazem seus ninhos, também podem fazer seus ninhos em cupinzeiros.

Por se alimentarem exclusivamente de insetos apanhados em pequenos vôos, é comum ser encontradas em poleiros como galhos na beirada de árvores. É facilmente visualizada por suas cores iridescentes sob o sol, que dão à ela um brilho inconfundível.

Vivem em casais, mas são encontradas com maior frequência solitários por se alimentarem sozinhos.

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Caracará (Caracara plancus)

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Caracará

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Falconiformes
Família:  Falconidae
 Leach, 1820
Espécie:  C. plancus

Nome Científico
Caracara plancus
(Miller, 1777)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

O Caracará (Caracara plancus) é uma ave Falconiforme da família Falconidae, é também conhecido por carcará, carancho, caracaraí (Ilha do Marajó) e gavião-de-queimada.

Com cerca de 56 centímetros, o caracará possui uma espécie de chapéu preto, contrastante com o branco de sua cabeça abaixo dos olhos e de sua garganta, e também com o vermelho forte de sua face que invade o bico, alto e forte. Seu peito é rajado de branco e preto e o restante do corpo é preto, com exceção de suas pernas e pés que são amarelos e da ponta interna de sua asa, que é branca. A fêmea adulta só se diferencia do macho por ser maior, enquanto que o filhote é muito semelhante mas com cores menos vibrantes.

Não possui dimorfismo sexual.

Avistar o caracará em Franca é extremamente fácil devido ao fato de ele ser uma espécie onívora, se alimentando praticamente de tudo o que encontra, desde insetos, anfíbios e outras aves até lixo humano e carniças. É encontrado tanto nas matas quanto na cidade, é uma espécie bem adaptada aos centros urbanos, sendo encontrada ocasionalmente, como o Gavião-carijó (rupornis magnirostris), sendo perseguida por outras aves defendendo seus ninhos.

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Anu-branco (Guira guira)

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Anu-branco

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Cuculiformes
Família:  Cuculidae
 Leach, 1820
Subfamília:  Crotophaginae
 Swainson, 1837
Espécie:  G. guira

Nome Científico
Guira guira
(Gmelin, 1788)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

O Anu-branco (Guira guira) é uma ave Cuculiforme da família Cuculidae. É também conhecido como rabo-de-palha, alma-de-gato, pelincho e piririgua.

Com cerca de 38 centímetros, o anu-branco possui o corpo franzino, uma cauda comprida graduada, é branco-amarelado e possui o bico curvo cor de laranja.

Não possui dimorfismo sexual.

O anu-branco vive em áreas abertas, vive normalmente em bandos e é essencialmente carnívoro, se alimentando de artrópodes e pequenos anfíbios, ratos e répteis, se alimentando também ocasionalmente de frutas.

Pode ser facilmente encontrado em Franca nos arredores da cidade e em áreas verdes urbanas que tenham acesso à matas maiores, não costuma adentrar a cidade com frequência devido ao seu vôo fraco e lerdo, sendo muitas vezes atropelados por carros.

Por viverem em bandos são aves que não temem muito o ser humano, sendo relativamente fáceis de se fotografar.

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Gavião-carijó (Rupornis magnirostris)

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Gavião-carijó

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Accipitriformes
Família:  Accipitridae
 Vigors, 1824
Espécie:  R. magnirostris

Nome Científico
Rupornis magnirostris
(Gmelin, 1788)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

O Gavião-carijó (Rupornis magnirostris) é uma ave Accipitriforme da família Accipitridae. É o gavião mais comum no Brasil, sendo conhecido também pelos nomes de anajé, gavião-indaié, gavião-pinhel, gavião-pega-pinto, inajé, gavião-pinhé, indaié e pega-pinto.

Mede de 31 a 41 centímetros e os machos são cerca de 20% menores que as fêmeas, sendo essa a única diferença entre eles. O adulto possui a cabeça e a parte superior das aves amarronzadas, e essas partes vão tornando-se acizentadas na medida em que envelhece. Seu peito é ferruginoso e a barriga e as pernas são brancas barradas com linha ferrugíneas. O bico possui a ponta negra e a base amarelada. Sua cauda é branca na base com a extremidade barrada.

Por se alimentar de insetos. lagartos, anfíbios, pequenos roedores e até mesmo de outras aves, como pombas e filhotes encontrados em ninhos, pode facilmente ser encontrado em Franca, ocasionalmente com outras aves o atacando para proteger seus ninhos. É encontrado tanto nos arredores quanto dentro de Franca, vive normalmente em casais.

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Noivinha-branca (Xolmis velatus)

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Noivinha-branca

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Passeriformes
SubOrdem:  Tyranni
Parvordem:  Tyrannida
Superfamília:  Tyrannoidea
 Vigors, 1825
Família:  Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília:  Fluvicolinae
 Swainson, 1832
Espécie:  X. velatus

Nome Científico
Xolmis velatus
(Lichtenstein, 1823)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A Noivinha-branca (Xolmis velatus), é uma ave típica de áreas campestres, conhecida também como lavadeira, lavadeira-grande, lavandeira (Maranhão), noivinha (Pernambuco) e pombinha-das-almas.

A noivinha-branca mede cerca de 20 centímetros. Apresenta a maior parte do corpo branca, com suas asas e a cabeça acima dos olhos acinzentados, além de cauda quase preta. Muito parecida com outros membros da subfamília Fluvicolinae, às vezes é confundida com o Primavera (Xolmis cinereus), se distinguindo desta pelas cores mais claras de seu corpo.

Não possui dimorfismo sexual.

Alimenta-se principalmente de insetos que caça em pequenos vôos, podendo consumir também pequenos frutos.

Em Franca, ela pode ser avistada pousada em árvores, postes e fios, de onde faz seus curtos vôos caçando pequenos insetos voadores, sua principal fonte de alimentação. Em matas nos arredores da cidade, pode ser encontrada facilmente quase sempre sozinha ou em casais em árvores isoladas em meio à paisagem.

Por ser uma espécie migratória, é comum encontrá-la em quase todo o território brasileiro.

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