noivinha

Lavadeira-mascarada (Fluvicola nengeta)

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Lavadeira-mascarada

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Passeriformes
SubOrdem:  Tyranni
Parvordem:  Tyrannida
Superfamília:  Tyrannoidea
 Vigors, 1825
Família:  Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília:  Fluvicolinae
 Swainson, 1832
Espécie:  F. nengeta

Nome Científico
Fluvicola nengeta
(Linnaeus, 1766)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A Lavadeira-mascarada (Fluvicola nengeta), é uma ave Passeriforme da subfamília Fluvicolinae, conhecida também como lavadeira, noivinha, viuvinha (zona da mata mineira), maria-branca, maria-lencinho, bertolinha ou pombinho-das-almas e senhorinha.

Mede cerca de 16 centímetros, possui o corpo branco, com as asas e a ponta do rabo pretas, além de uma faixa preta na altura dos olhos, de onde vem seu nome, por parecer uma máscara. Seus pés e pernas são pretos. A fêmea se difere do macho por suas costas um pouco mais claras que no macho.

Alimenta-se principalmente de pequenos artrópodes que encontra em margens lamacentas de lagos, rios, brejos, açudes e currais, onde normalmente é encontrada.

Encontrá-la em Franca é relativamente fácil, podendo encontrá-la praticamente em qualquer local nas redondezas da cidade onde haja margens lamacentas, como no Jardim zoobotânico em seus lagos, ou em fazendas onde exista currais. É também encontrada ocasionalmente em jardins e praças dentro da cidade.

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Maracanã-pequena (Diopsittaca nobilis)

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Maracanã-pequena

Maracanã-pequena - (Diopsittaca nobilis)-3

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Psittaciformes
Família:  Psittacidae
 Rafinesque, 1815
Espécie:  D. nobilis

Nome Científico
Diopsittaca nobilis
(Linnaeus, 1758)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A maracanã-pequena (Diopsittaca nobilis) é uma ave Psittaciforme da família Psittacidae, família dos periquitos, araras, papagaios e jandaias. É também conhecida na região de Franca como maracanã, e em outras regiões como arara-nanica, ararinha-nanica e maracanã-nobre.

Não é frequente em cativeiros por ser uma ave de difícil domesticação e muito barulhenta.

A maracanã-pequena é muito semelhante à uma arara pequena, com sua testa azulada, pele branca nos lados do bico e ao redor dos olhos, o ombro e a parte média de sua asa vermelhos e o extremo da asa azul, em volta dos olhos a pele é nua, característica de seu grupo, como em araras.

Não possui dimorfismo sexual.

Em Franca ela pode ser avistada nas matas ao redor da cidade e também em praças da cidade, como a praça da matriz e outras praças onde haja palmeiras frutíferas, elas visitam as praças atrás dos coquinhos das palmeiras, sua principal fonte de alimentação. Normalmente ela é avistada em casais ou grupos (quando fora da época de reprodução).

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Noivinha-branca (Xolmis velatus)

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Noivinha-branca

Classificação Científica

Reino:  Animalia
Filo:  Chordata
Classe:  Aves
Ordem:  Passeriformes
SubOrdem:  Tyranni
Parvordem:  Tyrannida
Superfamília:  Tyrannoidea
 Vigors, 1825
Família:  Tyrannidae
 Vigors, 1825
Subfamília:  Fluvicolinae
 Swainson, 1832
Espécie:  X. velatus

Nome Científico
Xolmis velatus
(Lichtenstein, 1823)
Estado de ConservaçãoPouco preocupante

A Noivinha-branca (Xolmis velatus), é uma ave típica de áreas campestres, conhecida também como lavadeira, lavadeira-grande, lavandeira (Maranhão), noivinha (Pernambuco) e pombinha-das-almas.

A noivinha-branca mede cerca de 20 centímetros. Apresenta a maior parte do corpo branca, com suas asas e a cabeça acima dos olhos acinzentados, além de cauda quase preta. Muito parecida com outros membros da subfamília Fluvicolinae, às vezes é confundida com o Primavera (Xolmis cinereus), se distinguindo desta pelas cores mais claras de seu corpo.

Não possui dimorfismo sexual.

Alimenta-se principalmente de insetos que caça em pequenos vôos, podendo consumir também pequenos frutos.

Em Franca, ela pode ser avistada pousada em árvores, postes e fios, de onde faz seus curtos vôos caçando pequenos insetos voadores, sua principal fonte de alimentação. Em matas nos arredores da cidade, pode ser encontrada facilmente quase sempre sozinha ou em casais em árvores isoladas em meio à paisagem.

Por ser uma espécie migratória, é comum encontrá-la em quase todo o território brasileiro.

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